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Raízes que sustentam, asas que reconhecem o caminho

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  Gosto de pensar que algumas forças não se anulam. Elas se refinam quando aprendemos a habitá-las por inteiro. Há em mim uma relação profunda com o pertencimento. Com a casa, com os vínculos, com as pessoas que atravessam o tempo, com a memória que não aprisiona, mas oferece chão. Ao mesmo tempo, existe uma parte que precisa de movimento, de travessia, de horizonte. Não vejo oposição nisso. Raízes fortes não impedem o voo. Muitas vezes, são justamente o que torna possível partir sem se perder. Talvez por isso eu possa desejar estabilidade sem desejar imobilidade. Gostar de casa sem abrir mão do mundo. Valorizar vínculos profundos sem confundir proximidade com posse. Apreciar o que permanece e, ainda assim, reconhecer a potência do que muda. Há beleza nessa coexistência. A raiz sustenta. A asa amplia. Uma oferece pertencimento. A outra lembra que pertencimento não deveria exigir redução. Também penso nisso quando observo as relações. Não me interessa um vínculo que peça para alguém...

Entre a presença e o espaço: o movimento

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 Tenho aprendido a apreciar o que não precisa ser forçado. O interesse que se revela nos detalhes. A presença que não invade, mas também não se ausenta. A mensagem que chega sem pretexto. A voz que atravessa a distância simplesmente porque houve vontade de ouvir e ser ouvido. Gosto do tempo da descoberta. Da curiosidade que permanece acesa quando duas pessoas ainda têm muito a conhecer uma da outra. Sem pressa para definir, sem necessidade de antecipar caminhos. Mas há algo que, para mim, faz diferença: movimento. Não aquele que impressiona, promete ou ocupa todos os espaços. Falo do movimento sutil de quem se aproxima porque quer. De quem demonstra interesse sem precisar ser conduzido até ele. Talvez a maturidade tenha me ensinado justamente isso: posso desejar sem perseguir, me envolver sem me perder e demonstrar sem assumir sozinha a responsabilidade pelo encontro. Não preciso interpretar cada silêncio. Prefiro perceber presenças. Gosto de liberdade, mas daquela que sabe criar p...

Fadaleta: o ser em movimento

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Tenho uma fada-borboleta tatuada nas costas. Ela toca flauta, não tem rosto e permanece inacabada. Hoje percebo o quanto ela carrega de mim. A Fadaleta representa o meu ser em construção: a mulher que fui, a mulher que sou e as tantas mulheres que ainda estou me tornando. Os caminhos percorridos foram me moldando. Encontros, despedidas, escolhas, conquistas, fracassos, vitórias, mudanças de rota, recomeços. Nada disso passou por mim sem deixar alguma coisa. Talvez por isso eu goste tanto de olhar para os ciclos. Os setênios me ajudam a perceber a vida em camadas. A astrologia e a numerologia me convidam a observar movimentos e tempos. A psicologia e a psicanálise me levam para dentro. A filosofia me devolve perguntas quando as respostas parecem fáceis demais. No xamanismo e na espiritualidade, encontro outras formas de escuta. No budismo, presença. Em Jesus Cristo, amor, compaixão e humanidade. Na arte, na música, no canto e na dança, encontro linguagem para aquilo que nem sempre consi...

Maternidade e suas nuances

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  Tem dias em que a maternidade nos pede uma força que nem sabíamos que ainda tínhamos. A gente organiza horários, conversa com médicos, faz curativos, observa cada detalhe, tenta manter a rotina… e segue. Por fora, prática. Por dentro, um universo inteiro em movimento. Tenho fé. Muita. Mas fé não elimina o medo. Às vezes, ela apenas segura a nossa mão enquanto ele passa. Tenho percebido que o amor de mãe também mora nesse lugar contraditório: na coragem e na apreensão, na confiança e no receio, na vontade de proteger de tudo e na consciência de que há caminhos que precisamos apenas acompanhar. E, no meio disso, tenho buscado pequenos respiros. Uma conversa boa. Uma risada inesperada. Escrever. Brincar. Sentir o sol. Lembrar que existe vida acontecendo enquanto atravessamos o que nos preocupa. Talvez cuidar também seja isso: não permitir que o medo ocupe todos os cômodos da nossa existência. Hoje, meu coração está mais sensível. Mas também profundamente grato. Pelo cuidado. Pela pr...

Quem cabe nas nossas mudanças

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Amizades que aprendem a atravessar o tempo Tenho pensado que amizade adulta talvez tenha menos a ver com afinidade e mais com espaço. Espaço para que o outro mude. Para que pense diferente. Para que escolha caminhos que não escolheríamos. Para que atravesse fases em que está mais presente e outras em que a vida simplesmente o leva para longe. Durante muito tempo, talvez a gente associe amizade à ideia de proximidade constante, identificação, gostos parecidos, presença frequente, concordância. Mas o tempo vai sofisticando essa compreensão. Porque algumas amizades atravessam décadas não por terem permanecido intactas, mas justamente porque aprenderam a se transformar. Elas sobreviveram às nossas certezas da juventude. Aos namoros. Aos casamentos. Às separações. À maternidade. Às mudanças de cidade. Aos trabalhos que consumiram nossos dias. Às crises. Às conquistas. Às versões um pouco insuportáveis que também já fomos. 😅 E, principalmente, sobreviveram ao fato de que ninguém permanece e...

Indicadores não oficiais da vida adulta

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A vida adulta tem dessas ironias: a gente aprende a fazer planejamento, matriz de risco, cronograma, orçamento, metas, indicadores, projeções… e ainda assim continua bastante despreparado para lidar com aquilo que não aceita Excel. Presença, por exemplo. Não tem fórmula. Não tem dashboard. Não tem campo obrigatório. E, curiosamente, costuma revelar mais do que muito relatório bem apresentado. Outro item curioso: prioridade. Muita gente declara uma. A agenda declara outra. E a vida, com aquele talento quase inconveniente para auditoria, mostra a diferença. Aliás, a agenda é uma espécie de delatora elegante. Ela não discute, não justifica, não argumenta. Apenas mostra onde colocamos tempo, energia e atenção. Também existe o clássico “vou ver”. Expressão diplomática, socialmente aceita, flexível, aparentemente inofensiva e com impressionante capacidade de atravessar semanas sem qualquer implementação prática. Na vida adulta, “vou ver” poderia até ganhar uma categoria própria nos relatório...

Maturidade relacional

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Há relações que não terminam quando a conversa acaba. Elas terminam quando a conversa deixa de existir. Quando uma percepção vira sentença. Quando um incômodo vira rótulo. Quando várias pessoas constroem uma versão sobre alguém, mas ninguém tem a coragem — ou a delicadeza — de sentar diante dessa pessoa e dizer: “Isso me atravessou.” “Não gostei.” “Me senti ferido.” “Posso te contar como percebi?” Tenho pensado muito sobre a diferença entre conversar sobre alguém e conversar com alguém. Parece pequena. Não é. Porque podemos errar. Podemos exagerar. Podemos falar demais, ocupar demais, interpretar mal uma situação, atravessar limites sem perceber. Somos humanos. Mas existe uma diferença imensa entre responsabilizar uma pessoa por algo que fez e transformar um episódio numa definição sobre quem ela é. Talvez uma das formas mais silenciosas de violência relacional esteja justamente aí: quando retiramos do outro o direito de participar da conversa sobre a própria história. Criamos versões....

Entre o que vivemos e o que escolhemos cultivar

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A vida vai nos ensinando, aos poucos, que nem tudo precisa ser resolvido no instante em que acontece. Há experiências que chegam para ampliar repertórios, mudar perspectivas, devolver vitalidade, provocar novas perguntas. Algumas permanecem. Outras apenas atravessam. E todas, de alguma forma, nos mostram um pouco mais sobre quem somos naquele momento. Talvez a maturidade esteja menos em tentar controlar os movimentos e mais em reconhecer o que cada experiência desperta. O que nos expande. O que nos desafia. O que pede coragem. O que pede pausa. O que merece investimento. E o que pode simplesmente ser vivido com leveza. Também há beleza em perceber que nem tudo precisa ter nome, destino ou promessa para ter valor. Às vezes, o mais importante está na qualidade da presença, na maneira como uma conversa nos atravessa, no modo como uma lembrança ganha outro significado, na delicadeza de um encontro, na coragem de experimentar algo novo ou na escolha consciente de não apressar respostas. A v...

Éramos jovens?

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  Éramos jovens. E continuamos jovens — mas com mais consciência. Com o tempo, fui entendendo que juventude não mora apenas na idade. Mora na curiosidade. Na capacidade de se interessar. Na coragem de rever ideias. Na disponibilidade para aprender. No encantamento que ainda encontra espaço, mesmo depois de tantas experiências. Talvez o que mude não seja a juventude. Mude o olhar. Hoje, algumas escolhas têm outra espessura. Algumas conversas têm outro valor. Algumas presenças são mais bem escolhidas. Alguns silêncios deixam de incomodar. E aquilo que antes parecia urgência, muitas vezes, revela apenas falta de perspectiva. Há uma liberdade muito bonita em chegar a um ponto da vida em que já não precisamos correr para ocupar todos os espaços. Podemos escolher. Onde estar. Com quem construir. O que merece energia. O que ainda desperta curiosidade. O que já não combina com a nossa medida. E talvez seja justamente aí que a vitalidade ganha outra força. Não a vitalidade da pressa, da nov...

O que o presente desperta

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  Pico do Lopo - Extrema - MG Tenho aprendido a reconhecer alguns instantes pelo que eles despertam, não pelo que prometem. Há experiências que chegam sem grandes anúncios e, ainda assim, movimentam lugares inteiros dentro da gente. Trazem curiosidade, desejo, leveza, presença. Reacendem o gosto pela conversa, pelo encontro, pelo inesperado, pelo que não precisa ser imediatamente explicado. Talvez porque, depois de tantas travessias, eu já não tenha a mesma pressa de antes. A vida me ensinou que nem tudo precisa ser definido para ser verdadeiro. Algumas experiências simplesmente pedem espaço para acontecer. Hoje, gosto mais desse lugar. De perceber o que sinto sem me atropelar. De me permitir viver sem tentar antecipar todas as respostas. De reconhecer o que me faz bem sem transformar o presente em promessa. De continuar intensa, mas mais inteira. Há uma delicadeza imensa em poder desejar e, ao mesmo tempo, permanecer em si. Em sentir o corpo vivo, a curiosidade acesa, o afeto circ...

Mãe, mulher que empreende e cuida

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Tem fases em que ser mulher é sustentar muitos lugares ao mesmo tempo. Sou mãe. Sou profissional. Sou mulher. Sou filha, irmã, amiga. Sou aquela que cuida, organiza, decide, acolhe, trabalha, cria projetos, faz acontecer. E também sou alguém que tem desejos, sonhos, cansaços, dúvidas e vontade de viver com mais leveza. Tenho uma rede de apoio familiar maravilhosa, e reconheço profundamente o privilégio e a importância disso. Minha família é presença, suporte, cuidado e afeto em muitos momentos da minha vida. Ainda assim, existem responsabilidades que são minhas. Na maternidade, especialmente quando se é divorciada, há uma carga cotidiana que muitas vezes permanece concentrada na mulher. São decisões, rotinas, imprevistos, preocupações e pequenas demandas que se acumulam sem fazer muito barulho. Na vida profissional, também existem movimentos. Há períodos em que os projetos avançam, outros em que desaceleram. Há a liberdade de empreender, atuar como autônoma, criar novos caminhos — e há...

Quem é você quando ninguém precisa saber quem você é?

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  Às vezes, eu me pergunto: quem somos quando todos os rótulos caem? Quando tiramos o cargo. O sobrenome. A formação. O dinheiro. A falta dele. A profissão. O endereço. A aparência. O currículo. As conquistas. As relações que nos validam socialmente. Quem sobra? Ao longo da vida, transitei por universos muito diferentes. Convivi com pessoas conhecidas, anônimas, acadêmicas, artistas, empresários, profissionais brilhantes, gente com muito dinheiro e gente atravessando momentos difíceis. Estive em ambientes sofisticados e em lugares muito simples. E, no fim, o que mais me marcou nunca foi o status. Foi a pessoa. Foi quem sabia sentar à mesa e conversar de verdade. Quem ria sem precisar impressionar. Quem tratava o outro com respeito, independentemente de quem estivesse diante dele. Quem tinha repertório, mas também escuta. Quem podia ocupar lugares importantes sem precisar diminuir ninguém. Quem continuava humano quando ninguém estava olhando. Talvez por isso eu tenha aprendido a me ...

Alma

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Senti o toque da tua alma como um sussurro em minha pele.  Saboreei teu sorriso. Abracei teu olhar. Deleite.

ReConectar

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Estes dias revisitei lugares internos, que me fizeram refletir sobre vários aspectos de minha caminhada. Caminhei por alguns lugares sagrados, algumas sombras, um cantinho de vento forte, tempestade, outro de silêncio de mar calmo... então, parei, aquietei, silenciei, sentei, respirei fundo, ajoelhei em prece. Agradeci cada aprendizado. Sou grata, muito grata por tudo e por todos que cruzaram (e cruzam) o meu caminho. Merikol Duarte​

Sentidos

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Quando no ato A gente se olha Quem vê É a alma Merikol Duarte

Aceito, Acolho, Solto, Perdoo, Entrego, Agradeço

Quando cada um de nós se propuser a caminhar e olhar para dentro, seguir no caminho do autoconhecimento, conseguiremos sentir e perceber que o Amor nos liberta, nos liberta dos julgamentos, das críticas, da raiva… é um caminho longo a se percorrer, no entanto é um dos pontos essenciais para alcançar o equilíbrio do Ser. Quando estamos realmente presentes no momento Presente, conseguimos perceber estas mudanças internas. +Presença +Consciência +Meditação +Conexão +Silêncio Com Amor, - Merikol Duarte  -  Inspirar Ser

Totalidade

Não somos seres perfeitos, as vezes, em momentos de raiva, fúria, ódio, ciúmes, agimos por impulso, pelo calor do momento e não nos damos conta (conscientemente) do que podemos gerar com estas atitudes, por isso, é sempre bom pararmos, respirarmos, tentarmos olhar a situação de fora, nos colocarmos no lugar do outro (empatia/compaixão). Sei que isso pode parecer difícil no começo, mas se queremos nos tornar seres melhores para nós, para o nosso entorno, para o mun do, temos que começar a mudar os nossos hábitos, pensamentos, as nossas atitudes. Precisamos parar para respirar, contar até 10, até 1000 se for preciso, pois se começarmos a agir de forma diferente, consciente, prestando atenção ao momento presente, estando de verdade presente, os velhos padrões podem ser mudados, transformados. É uma lição diária e constante. Se queremos mudar crenças limitantes e nos tornarmos seres melhores, será de grande valia praticarmos diariamente a Comunicação Não-Violenta (CNV). Que cada ...

Vida Nova

Percebo que são poucos ou quase raros os que conseguem manter e buscar o equilíbrio entre alma, coração e atitude. Desejo que os seres do bem e que buscam o florescimento, o desenvolvimento e o equilíbrio humano se lancem nesta busca para transformarem-se em seres melhores, mais empáticos e mais autênticos diariamente. -  Merikol Duarte

Encontro

Quando a alma encontra outra alma que está na mesma sintonia, quando a alma vibra, quando o olhar encontra resposta em outro olhar, em alguns momentos podemos sentir este aconchego, um delicioso sossego, afago, carinho, sensação de cuidado, cumplicidade. Encontro. Felicidade é reencontrar-se no outro. Merikol Duarte

Esse seu olhar

Olhar que acalma Olhar que ancora Olhar que revela E diz muito Olhar que abraça  E beija minh'alma  MDuarte

Esse seu jeito

Em cada conversa, em cada linha, em cada palavra escrita, a vontade e os sorrisos só aumentavam. Em cada gargalhada, em cada gole, em cada olhar, a cumplicidade só crescia.... MDuarte

A vida que amadurece

A cada instante a minha vida vai se tornando mais leve, mais calma, mais harmônica A cada passo que dou, me percebo mais centrada, mais equilibrada e confiante. Sigo em frente em busca daquilo que acredito e sinto. Me entrego. MDuarte

O olhar, a voz, o toque

O olhar revela,  A voz desnuda, desvenda O toque ancora O beijo, ahhhh o beijo... MDuarte

Desconecte-se e entregue-se a vida!

Faça "caras e bocas" pro "Tinder", veja as opções do "Adote um Cara" e seja feliz no "Kickoff"! O mundo anda tão conectado no Wi-fi e tão desconectado do abraço "corpo a corpo". Pare o mundo que eu quero descer! "Corra Lola, Corra! " Quero carne e osso, pele, cheiro, toque, abraço, risada solta, água, perna bamba, pedalada, parque, cinema, música, pé na areia, lua, voz no ouvido, vinho, rede, sol, som, pizza, pipoca, fruta, viagem, passeio, jazz, folk, rock, salsa, ziriguidum... Por um mundo com mais olho no olho, sorriso largo, horas de conversas a fio, abraço, toque.... Saúde!!! Não sou contra essas formas de relacionar-se, no entanto acredito que a vida aqui fora, é muito bela e tem muito a nos oferecer. Divirta-se! MDuarte

Novo jeito de caminhar

Se as coisas não estão do jeito que você gostaria, então mexa-se! Mude o passo, o corte de cabelo, de atividade, de parceiro... se não precisar trocar, então mude o jeito como anda tratando certas coisas, certos assuntos. Mude o comportamento. Se a relação pessoal está ruim, converse. Mostre o que não estão bom, melhore a cada dia. Se não rolar um acordo, então mude, troque, mas não permaneça no mesmo lugar. Se o trabalho está cansativo, sem perspectivas, maçante, reveja o que está faltando, onde será possível fazer melhorias, se não está mais afim de continuar nisso, dê uma pesquisada em novas possibilidades. Arrisque mais. Ouse. A vida é um eterno movimento, então veja, analise, reflita o que não está tão bem assim, saiba quais são os pontos que precisam de uma boa chacoalhada e vai! Mexa-se! Arrume um novo jeito de caminhar. MDuarte

Fim do mês

Já estamos no finalzinho do mês de janeiro, do ano de 2015. E percebo que já aconteceram mudanças significativas em diversos setores e áreas de minha vida. E ainda temos um ano inteiro de possibilidades pela frente. Que bom! Quanta coisa boa aconteceu e acontece neste exato momento que respiro, quanta limpeza, quanto lixo joguei fora e ainda tem muita coisa para fazer e para conquistar, por isso, me lanço no mundo, na vida, na mente e nas mudanças que ainda precisam ser feitas e nas conquistas que surgirão. Que Deus guie os meus passos, mente, boca, fala, caminho... para que eu possa ter sabedoria e percepção das coisas, de como devo proferir e agir em cada momento e situação que me forem apresentadas daqui por diante. Aquieto. Respiro. Analiso. Checo o saldo das ações e atitudes. Silencio em mim. MDuarte

Disciplina

Uma ótima reflexão a respeito do momento mais importante de nossas vidas: hoje! Disciplina: essa qualidade pode mudar seu dia a dia "No sentido pessoal, a disciplina aumenta nossa capacidade de aprender e, a partir disso, realizar. A disciplina não aprisiona, liberta você da pressão externa e do sofrimento que vem dos sonhos não realizados e das frustrações autoprovocadas. Do filósofo grego aos exemplos do dia a dia, encontramos a idéia de que uma mente livre é uma mente disciplinada. Porque as pessoas disciplinadas são mestras de si mesmas."

2015 promete!

O Ano Novo já começou bombando! Cheio de boas novas, projetos em execução, atividade máxima, muitos estudos, gente interessante... E ainda está apenas no começo. O ano de 2015, é ano 8, ano que fará muita energia boa girar, em todos os aspectos. E que delícia saber que já começou. O que era velho, ficou em 2014. O novo realmente está acontecendo agora! Quanta coisa boa! Que Ano! Gratidão a Deus e ao universo! :).

Aprendiz

Para tudo aquilo que almejamos em nossa vida, antes de tudo, é preciso observar como estamos "por dentro", no mais íntimo. É preciso mudar velhos hábitos, ter mudanças de atitudes, jogar fora velhos sentimentos, renovar, reciclar, acalmar, perdoar (a si e aos outros), caminhar mais leve, pois com estas e outras atitudes e olhar interno poderemos nos tornar seres melhores e assim atingir nossos objetivos. Quando algo em nós precisa mudar e não percebemos, vem alguma coisa para mexer e dar uma chacoalhada. Se observarmos o que está acontecendo atualmente no Brasil, em alguns estados, vamos perceber esta mudança brusca de atitude por parte da maioria das pessoas, quando começou a faltar água. A partir deste evento, muitos seres que não eram conscientes, passaram a economizar, guardar água, dar valor a "água" e não tem retorno. A mudança é pra frente. Novos paradigmas. Novos comportamentos são gerados. Novas atitudes. A vida está em movimento. Pense nisso! MDuarte

Tinder e suas várias faces

O mundo moderno tem as suas facilidades, ilusões e tantos outros atributos. Em meio a correria das grandes cidades, as pessoas se esquecem de algumas formas e maneiras de interagir com o outro e quase tudo vira virtual: o "alô", o amigo, o sexo, a paquera... Será que o que veio para facilitar as vezes pode atrapalhar? Não sou contra isso, mas percebo que as pessoas as vezes se esquecem do "olho no olho", conversa ao vivo... Há alguns meses atrás, me rendi ao Tinder, através de uma amiga que me disse que tinha muita gente interessante e me inscrevi e até conheci algumas pessoas interessantes e que hoje são meus amigos. Acredito que quando a mente e o coração estão abertos,  a forma como encontraremos o amor se torna ampla. MDuarte