Estudo sobre preço da tarifa em Sampa
Em vez de pagar os atuais R$ 2,30 para andar de ônibus, passageiros que utilizam as linhas municipais de São Paulo poderiam desembolsar até R$ 1,34: uma economia de quase R$ 1. Pelo menos é isso o que mostra estudo divulgado nesta última semana pela própria prefeitura.
No entanto, essa redução refletiria em novos custos tanto para beneficiários de gratuidades quanto para estudantes e paulistanos que utilizam mais de uma condução. O motivo? Esse valor menor seria empregado, caso idosos e portadores de deficiência não viajassem de graça, estudantes não tivessem desconto de 50% e se o sistema que permite utilizar mais de um ônibus em um período determinado - conhecido como Bilhete Único - acabassem.
A assessoria de imprensa da administração informou que a pesquisa não significa uma possibilidade para o futuro do transporte: é apenas uma amostra dos gastos à população. O cálculo foi feito da seguinte forma: 86% do custo das viagens pesa no bolso do usuário, enquanto 14% é de subsídio da administração. Levando em consideração a tarifa de R$ 2,67 (R$ 2,30 pagos atualmente pelo usuário, mais R$ 0,37 custeados pela administração), o preço ao passageiro passaria para R$ 1,46 por viagem. Acrescido o subsídio da prefeitura, o valor seria de R$ 1,34. No entanto, os beneficiários do sistema de Bilhete Único, que permite a utilização de até quatro ônibus no período de duas horas, acabariam não sentindo essa redução se precisassem de duas conduções para chegarem ao destino. Veja: com cada passagem custando R$ 1,34, sem a integração, duas passagens sairiam por R$ 2,68 - valor R$ 0,01 mais caro do que a tarifa de R$ 2,67 utilizada para o cálculo.
O estudo ainda apontou mais alternativas para a diminuição do preço da passagem. Os valores já estão descontados com o subsídio da prefeitura. São elas:
R$ 2,13: Se ao usuário fosse descontado o valor de uma tarifa;
R$ 2,01: Se existisse a regra das 2 horas (Bilhete Único), mas não houvesse gratuidade
R$ 1,56: Se existissem as gratuidades e o desconto dos estudantes.
Por Wu Ming
No entanto, essa redução refletiria em novos custos tanto para beneficiários de gratuidades quanto para estudantes e paulistanos que utilizam mais de uma condução. O motivo? Esse valor menor seria empregado, caso idosos e portadores de deficiência não viajassem de graça, estudantes não tivessem desconto de 50% e se o sistema que permite utilizar mais de um ônibus em um período determinado - conhecido como Bilhete Único - acabassem.
A assessoria de imprensa da administração informou que a pesquisa não significa uma possibilidade para o futuro do transporte: é apenas uma amostra dos gastos à população. O cálculo foi feito da seguinte forma: 86% do custo das viagens pesa no bolso do usuário, enquanto 14% é de subsídio da administração. Levando em consideração a tarifa de R$ 2,67 (R$ 2,30 pagos atualmente pelo usuário, mais R$ 0,37 custeados pela administração), o preço ao passageiro passaria para R$ 1,46 por viagem. Acrescido o subsídio da prefeitura, o valor seria de R$ 1,34. No entanto, os beneficiários do sistema de Bilhete Único, que permite a utilização de até quatro ônibus no período de duas horas, acabariam não sentindo essa redução se precisassem de duas conduções para chegarem ao destino. Veja: com cada passagem custando R$ 1,34, sem a integração, duas passagens sairiam por R$ 2,68 - valor R$ 0,01 mais caro do que a tarifa de R$ 2,67 utilizada para o cálculo.
O estudo ainda apontou mais alternativas para a diminuição do preço da passagem. Os valores já estão descontados com o subsídio da prefeitura. São elas:
R$ 2,13: Se ao usuário fosse descontado o valor de uma tarifa;
R$ 2,01: Se existisse a regra das 2 horas (Bilhete Único), mas não houvesse gratuidade
R$ 1,56: Se existissem as gratuidades e o desconto dos estudantes.
Por Wu Ming
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